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Tráfego de caminhões aumenta nas estradas pedagiadas

Índice da ABCR mostra alta de 2,7% em setembro na comparação com agosto. Fluxo mais intenso de caminhões é reflexo da recuperação do setor de transporte rodoviário de cargas

Redação

13 de out, 2020 · 3 minutos de leitura.

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Crédito:Divulgação/ABCR

O movimento de caminhões nas estradas pedagiadas continua em crescimento. Segundo o Índice da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), em setembro o fluxo desses veículos foi 2,7% superior na comparação com agosto. O indicador é apurado mensalmente em parceria com a Tendências Consultoria Integrada.

Segundo a consultoria, esse aquecimento mostra recuperação dos negócios do setor de transporte rodoviário de carga. “Esse segmento tem sido menos penalizado pela pandemia. E percebemos que a movimentação de carga de insumos alimentícios e processados continua aquecida”, afirma Andressa Guerrero, analista da Tendências Consultoria. Tudo indica que a movimentação continue em crescimento nos próximos meses.

A recuperação do movimento de caminhões nas estradas também já reflete em números na comparação com o mesmo mês do ano passado. O crescimento perante setembro de 2019 foi de 5%


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Ainda de acordo com ABCR, o fluxo de veículos leves também está aumentando. Depois de meses em queda, em setembro houve aumento de 6,1%. Mas os volumes ainda estão abaixo do ano passado. Na comparação com o mesmo mês de 2019, a retração foi de 8,1%.

Quando analisado o tráfego de veículos leves e pesados, o índice ABCR mostra variação positiva de 5,1% em setembro sobre agosto. Já na comparação com setembro do ano passado há retração de 4,8%.

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Tráfego de caminhões cresce mais no Paraná

Em setembro, o aumento mais acentuado no fluxo de caminhões foi nas rodovias do Paraná, com alta de 4,3% sobre agosto. Na comparação com o mesmo mês do ano passado o volume subiu para 9,9%.


Em seguida está o Rio de Janeiro com aumento de 3,4% sobre agosto, mas o movimento ficou estável em 0,2% sobre setembro do ano passado.

Nas rodovias paulistas, a alta foi de 2,9% sobre agosto e de 4,2% com relação a setembro do ano passado.

 


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