O caminhão certo determina sucesso no negócio

Antes de definir o veículo, é importante avaliar todo ciclo de uso, do investimento inicial ao valor de revenda

Ford Cargo 2431

A escolha de um caminhão invariavelmente é um momento crucial para determinar a eficiência na operação a que se destina. O transportador tem de colocar na balança os diversos aspectos que orbitam no negócio, com o objetivo de garantir o melhor TCO, o Custo Total de Propriedade.

Na avaliação deverão constar o perfil da rota, o investimento inicial, o tamanho da rede, as previsões de custo de consumo e manutenção e até mesmo o valor de residual, que retorna para o caixa em vista de novos investimentos. Apenas um plano bem elaborado garantirá o caminhão certo no negócio de transporte.

A montadora capaz de oferecer diversas opções até mesmo dentro de um mesmo segmento coloca-se em vantagem para entregar um veículo o mais adequado possível para determinada operação, desde diferentes configurações de motores e distâncias entre-eixos à capacidade de peso.

Portfólios amplos, como o da linha Ford Cargo, permitem dispor de veículos de uma única marca e facilitam a vida de quem compra. Isso porque simplificam a manutenção com peças e partes comuns, estabelecem apenas uma frente de relacionamento e aumentam o poder de negociação com a montadora.

Escolher o caminhão mais adequado para a sua atividade não só ajuda como também antecipa as condições para se obter sucesso no negócio de carga.

Dos caminhões leves aos pesados

A linha Ford Cargo, com representantes em todas as categorias de caminhões, reúne modelos com capacidades para 8.000 kg de peso bruto total (PBT) a 56.000 kg de capacidade máxima de tração (CMT). Dos leves aos pesados, a montadora tradicionalmente entrega veículos resistentes e com foco na relação custo-benefício.

Na porta de entrada, o Cargo 816 se apresenta como um dos mais vendidos na categoria de leves. O modelo pode ser configurado a partir de três distâncias de entre-eixos, o que facilita a adequação às diferentes aplicações, das plataformas de guincho ao conceito de veículo urbano de carga (VUC), passando pelas caçambas de carga seca.

Entre os médios e semipesados, a Ford Caminhões prepara de fábrica versões específicas para determinadas operações, caso do Cargo 1719. Com catálogo diferenciado, a fabricante oferece para ele configuração adequada para atuar no transporte de bebidas. O veículo ganha molas mais curtas, uma nova distância entre eixos e o chassi é rebaixado para receber a carroceria própria para a aplicação, com capacidade para até 10 pallets.

As mesmas facilidades prontas de fábrica a Ford Caminhões entrega em modelos como o Cargo 1723, que opera na coleta de resíduos, ou em veículos 6×4 vocacionados como betoneiras, exemplo do Cargo 2629. Neles, a montadora instala tomada de força traseira, escapamento vertical e aumenta o ângulo de ataque do veículo, a fim de enfrentar terrenos difíceis, comuns nos canteiros de obras.

A gama Cargo ainda é capaz de suprir a faixa das aplicações rodoviárias de longas distâncias, tanto com a oferta de caminhões rígidos quanto em cavalos mecânicos. Uma das mais recentes novidades é a configuração 8×2 do Cargo Power 3031, com opção de câmbio manual ou automatizado e possibilidade de ter tanque extra de combustível para aumentar a autonomia na estrada.

Depois, para formar composições com carretas de três eixos convencionais ou espaçados, a linha Cargo traz cavalos mecânicos 4×2 ou 6×2 equipados com motores de 306 cv e torque de 112,2 kgfm a 1.100 rpm, de 334 cv a 2.100 rpm e torque de 132,6 kgfm de 1.000 a 1.500 rpm ou de 420 cv e 194 kgfm a 1.000 rpm. Versáteis, os modelos executam operações com velocidades médias altas em variados segmentos, do transporte de líquidos às transferências de cargas volumosas.


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